Trabalhadores da GWS podem receber salários atrasados na quarta-feira

No entanto, a possibilidade de greve ainda não foi afastada pelo Siemaco. Em reunião nesta segunda-feira (25) o sindicato disse que vai aguardar até quarta-feira e se o pagamento não for efetuado, a paralisação será iniciada.

 

 

Da assessoria Siemaco/FB   

 

 

Na manhã desta segunda-feira (25) o presidente Valdir Gonçalves e o departamento jurídico do Siemaco (Sindicato dos Trabalhadores em Empresas do Asseio e Conservação de Francisco Beltrão e Região) se reuniram com os trabalhadores da empresa GWS que prestam serviços no Hospital Regional Doutor Walter Alberto Pecóits e com equipe responsável pelos trabalhadores terceirizados do hospital. Esses trabalhadores estão com os salários do mês de fevereiro atrasados. A GWS, de Saudades do Iguaçu, empresa terceirizada, justifica o atraso explicando que o governo do estado não vem acertando as faturas com a empresa nos últimos meses.

 

Na semana passada, o sindicato havia sinalizado a possibilidade de paralisação dos trabalhadores caso o pagamento não fosse efetuado até domingo (24). O pagamento não foi efetuado e, por isso, o presidente Valdir reuniu os trabalhadores no auditório do Hospital Regional. Na reunião foi decidido que sindicato e funcionários aguardarão até quarta-feira (27) o pagamento por parte da empresa. “O departamento responsável por funcionários terceirizados do Hospital Regional nos solicitou para que esperássemos até quarta-feira, pois o governo do estado prometeu para essa data a efetuação do pagamento à GWS das faturas de dezembro de 2012 e janeiro de 2013 e, assim, a empresa pagaria os funcionários”, esclarece Valdir Gonçalves.

 

Valdir assegura que o sindicato quer resolver o impasse da melhor maneira possível. “Com uma eventual paralisação diversos setores do hospital seriam afetados, principalmente o da limpeza e num hospital sabemos que a higiene é primordial. Por isso, respeitaremos esse prazo para que a empresa solucione este impasse, no entanto, senão houver outra solução, só nos restará paralisar”, avisa o presidente do sindicato.

 

 

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